Música

Você já sabe o que é uma Orquestra?


A ciência musical

Pitágoras (570 - 495 a.C.), durante a antiguidade grega, tenta teorizar sobre a linguagem musical. Seu referencial é estruturado a partir da área que mais temos contato do filósofo em nossas infâncias: a matemática. Destacamos que a música era apresentada, cantada e dançada. Acredita-se que as primeiras organizações sonoras eram baseadas em fontes vindas da natureza e das atividades diárias da humanidade: como o cantar dos pássaros, o correr dos córregos e o caminhar.


Fonte: Internet

Talvez as rápidas associações que fazemos da música com a matemática e os sons da natureza estejam tão fortemente arraigadas em nossa cultura que para nós é como se fosse algo natural e lógico pensar que o que foi dito por todo tempo nada mais são que obviedades, apesar disso, reafirmo meu convite ao leitor a escutar outras fontes sonoras e perguntar-se se é possível fazer música de maneiras incomuns.


Música e Saúde...

Você sabia que a música pode trazer muitos benefícios para a saúde?

E esses benefícios não estão ligados somente ao humor. De acordo com os estudiosos as músicas que mais se destacam são as clássicas instrumentais e ópera. 

Você pode usar a música para melhorar a sua qualidade de vida, para melhorar o desempenho do seu cérebro, para estimular o cérebro e para acalmá-lo. Mas a música vai muito além do que alcançar somente o seu cérebro e afeta todo o seu organismo

Dentre os benéficios que a música pode trazer à saúde, destacam-se:

1) Melhora do controle emocional

Segundo um estudo da Universidade de Stanford, ouvir música clássica ativa áreas do cérebro ligadas à emoção, cognição e autonomia, além de liberar dopamina que afeta nosso humor e nossa sensação de bem estar. Todos esses efeitos combinados são uma bela proteção contra a depressão e a ansiedade.

Fonte: Internet

2) Diminuição no número de ataques epiléticos

Se você conhece alguém epilético, converse com o médico sobre a possibilidade de colocá-lo pra escutar Mozart. Alguns estudos tiveram resultados muito bons de queda no número e na duração dos ataques.

3) Aumento temporário de QI em adultos

Um estudo realizado em 1993 mostrou que ouviam a sonata K448 ou o concerto K488 de Mozart apresentavam um aumento de QI. Após algumas tentativas de reprodução, outros pesquisadores concluíram que esse benefício era temporário e atribuíram o aumento de QI a uma sensação de bem estar proporcionada pela música apenas para aqueles que gostavam. Embora controverso, vale a pena ouvir Mozart na véspera de uma prova, né? Mal certamente não faz.

4) Aumento permanente de QI em crianças

Crianças que têm aulas de música e aprendem música clássica têm apresentado melhora no seu QI. Essa melhora, ao contrário do efeito Mozart acima, é permanente.

Fonte: Saúde na rotina


O que é um Dobrado?

O dobrado é um gênero musical interessantíssimo.  Primeiramente, porque todo mundo acha que conhece, principalmente os músicos; mas, na realidade, o dobrado é pouquíssimo conhecido, fato constatado pelas escassas referências bibliográficas sobre o gênero.

O que todos sabem é que dobrados são músicas tocadas por bandas militares. Os dobrados, portanto, têm algo a ver com a atividade militar, mesmo que isso pareça uma afirmação meio sem nexo.

Voltando no tempo, acharemos a lógica disso. Desde sua origem, as tropas militares marcham, a pé ou a cavalo. Dependendo da ocasião ou da situação tática, a cadência da marcha varia; a marcação dessa cadência sempre foi feita por bombos e tambores, acompanhados por pífanos, flautins, trombetas e outros instrumentos.

Ao longo do tempo, o termo marcha passou a designar, além do deslocar-se à pé ou montado, a música produzida pelo grupo que marcava a cadência.

As cadências variam conforme as situações táticas; há basicamente três cadências para os deslocamentos da infantaria:

1) o passo de estrada, que é uma marcha lenta e pesada, utilizada em percursos longos;

2) o passo de parada ou passo dobrado, marcha bem mais rápida, com andamento próximo ao dobro do anterior, utilizada em desfiles, continências e paradas militares;

3) o passo acelerado, marcha de ataque para a tomada de pontos do terreno.

As três cadências, nas tropas de cavalaria, correspondem ao passo, ao trote e ao galope. A marcação do tempo, no metrônomo, para as cadências, seria a seguinte: 68 a 76 bpm, para o passo de estrada; 112 a 124 bpm para o passo dobrado; e 160 bpm, para o passo acelerado ou galope.

Com o tempo, o termo passo dobrado, que designava o andamento das marchas rápidas, passou a designar todas as marchas das paradas, continências e desfiles.

O passo dobrado é, musical e literalmente, o passo doppio dos italianos, o paso doble dos espanhóis, o pas-redoublé dos franceses ou simplesmente a march de ingleses e alemães.

Em todos os países, as marchas militares foram incorporando características nacionais. Por exemplo, as marchas inglesas são mais rápidas do que as latinas, que são também mais rápidas do que as norte-americanas.

No Brasil, sendo as marchas executadas em todo o território nacional, elas ficaram expostas às influências de vários outros gêneros brasileiros. Lentamente, então, foi se consolidando uma marcha brasileira, que recebeu a denominação genérica de dobrado.

O dobrado brasileiro foi adquirindo características próprias, que o afastaram do passo dobrado e de outras marchas européias; desse modo, o dobrado foi se tornando a marcha brasileira.

No final do século XIX, o dobrado já possuía características melódicas, harmônicas, formais e contrapontísticas que o distinguiam de outros gêneros musicais, permitindo assim a sua inclusão no rol dos gêneros musicais genuinamente brasileiros.

Os dobrados, no Brasil, são tocados não somente por bandas militares, mas por bandas de coretos com várias formações instrumentais. Essas bandas são, historicamente, uma das principais escolas de instrumentistas brasileiros, principalmente de sopro.

Então  o Dobrado é isso...

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